Desde que Adão e Eva pecaram, a humanidade ficou à mercê das circunstâncias daquele pecado. É aí que entra a promessa, o preparo, as representações e as profecias a respeito da vinda do Salvador da humanidade: Jesus.

Primeiro, Deus revelou o problema: o homem havia feito uma besteira. Mas Deus disse: não vou deixar a situação assim; vou enviar um Salvador por meio da própria descendência humana.

E assim, amargando suas consequências, a humanidade foi se multiplicando, até que Deus toma uma medida interessante: separar um povo especial, para que, por meio dele, enviasse o Salvador.

Chegou então a hora esperada; Deus envia Seu Filho unigênito. Como prometeu, da semente da mulher. Ali estava posto diante da humanidade o maior investimento de Deus, Seu Filho unigênito.

Com a vinda de Jesus ao mundo, aconteceu algo marcante na humanidade: Ele se tornou oficialmente o centro da história. Jesus foi tão importante para a humanidade que os historiadores resolveram marcar a História em ANTES e DEPOIS de Cristo. Isso é uma verdade que desce atravessado nos inimigos de Deus.

Observe que nos livros tem uma sigla a.C. ou d.C. Pois bem, a.C. quer dizer “antes de Cristo”; d.C. significa “depois de Cristo”. Tudo em função de Cristo. Afinal, “dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” (Rm 11.36).