Nunca, em tão pouco tempo se ouviu falar tanto em ideologia de gênero como também, nunca foi tão claro os ataques do inimigo ás crianças. Nas redes sociais e em qualquer veículo de comunicação o assunto ganha ênfase, seja pelos seus defensores (ativistas) ou seus opositores. O fato é que nós como igreja, família, pais ou simplesmente cidadãos estamos diante de uma guerra na qual, inevitavelmente precisamos no posicionar e guerrear, pois silenciar diante do que está posto é consentir que nessa guerra o inimigo prevaleça e cada um sabe que armas utilizar, principalmente a oração, o clamor por esta nação, pelas nossas crianças.

A ideologia de gênero não é um conjunto de ideias novas, mas pensamentos que surgiram desde o século XIX. A ideologia defende que ao nascermos não possuímos gênero, e que nosso sexo biológico não nos define homem nem mulher e que deve ser na escola que devemos aprender se queremos ser homem, mulher ou outro gênero pois esses são papeis sociais inventados por uma sociedade teocêntrica, machista e conservadora e que tais papéis devem e podem ser repensados

Esses ideólogos disfarçados de defensores da política da diversidade e inclusão das minorias, são verdadeiros ativistas por um desconstrução da identidade sexual da criança e principalmente das verdades bíblicas que tem a família como uma instituição divina.

A ideologia de gênero defende um gênero neutro onde a criança não nasce nem homem nem mulher mas que ela escolherá como vai se comportar socialmente, se é como homem, mulher ou outro, isso dependerá de como esse sujeito se percebe no meio social, e que a orientação sexual é a escolha que o indivíduo faz com quem e como quer se relacionar Tais ideias já tem sido disseminada nas escolas, sutilmente tem chegado nos materiais didáticos falando sobre masturbação, e reprodução humana e Sem que percebêssemos se pulverizou em todos os recursos e meios de trabalho com crianças. Essa ideia danosa tem acarretado males como a sexualidade precoce das crianças, destruição da família tradicional, retirada do poder da família e disforia do gênero.

As leis tem dado grande suporte a essas ideias, visto tratar-se também de posicionamento político-filosófico. Como exemplo, vemos interesses o plano nacional de a educação do decênio 215/2025, o decreto 9.005/2017 publicado pelo presidente Temer e a base nacional comum curricular-BNCC. Com isso, materiais didáticos como livros, kits, cartilha vídeos, e outros tem sido porta de entrada para uma verdadeira lavagem cerebral das crianças e adolescentes desrespeitando e desconsiderando que homens e mulheres foram feitos por Deus (Genesis 1.27) e que são diferentes em seus cromossomos sexuais, hormônios, genitália, cérebro e aparelho reprodutor.

Diante de tamanha investida do diabo, como defender os nossos filhos? Mantenha um diálogo aberto com seu filho bíblia diz em deuteronômio 11.19 Ensinai os mandamentos do SENHOR aos vossos filhos, conversando acerca deles quando estiverdes sentados em casa e nos momentos em que estiverdes andando pelos caminhos, ao deitardes e quando vos levantardes para um novo dia;
questione com ele como está a escola, você pai, pode fazer uma notificação extrajudicial à escola se posicionado como quer que seu filho seja instruído, acompanhe-o na escola, seja contrário no consumo de marcas e produtos no mercado apoiam essa ideia e evite financiá-las e acima de tudo, ore, levante o muro de proteção através da oração pela sua casa e pelo es seus filhos pois como já muito ouvimos, o diabo não brinca de ser diabo veio para matar, roubar e destruir.

Meus amados irmão, vamos nos levantar como igreja do SENHOR e cerrar os punhos nessa batalha porém, certos de que tudo isso é também prenuncio de vinda de cristo pois o mundo, que jaz no maligno, mergulha cada dia mais num abismo sem fim mas no igreja do senhor em breve, não estará mais aqui pois, seremos tirados do meio desse mundo mal certos que como igreja do as portas do inferno não prevalecerão contra nós!

Amem

Rosemary sobral

Coordenadora do DEPIN – UPANEMA